sexta-feira, 27 de junho de 2008

TUDO PASSA......

Certo dia um sacerdote percebeu a seguinte frase em um pergaminho pendurado aos pés da cama de seu mestre:
" ISSO TAMBÉM PASSA."
e com a curiosidade inerente de cada ser humano resolveu perguntar:
Mestre, o que significa essa frase em cima de sua cama dizendo: "ISSO TAMBÉM PASSA"?
E o mestre sem titubear lhe respondeu:
A vida nos prega muitas peças, que podem ser boas ou não tão boas assim, mas tudo significa aprendizado.
Recebi esta mensagem de um ANJO PROTETOR num desses momentos de dor onde quase perdia a fé.
Ela é para que todos os dias antes de me levantar e de me deitar possa ler e refletir, para que quando tiver um problema, antes de me lamentar eu possa me lembrar que...
"ISSO TAMBÉM PASSA", e para quando estiver exaltado de alegria, que tenha moderação e possa encontrar o equilíbrio, pois "ISSO TAMBÉM PASSA",
Tudo na vida é passageiro assim como a própria vida, tanto as tristezas como também as alegrias, praticar a paciência e perseverar no bem e nas boas ações,
ter simplicidade, fé e pensamentos positivos, mesmo perante as mais difíceis situações é saber viver e fazer da nossa vida um constante aprendizado.
É ter a consciência de que todas as pessoas erram, de que o ser humano ainda é um ser imperfeito em busca de perfeição e por isso ainda sofre,
é saber que se muitas vezes nos decepcionamos com pessoas é porque esperamos mais do que elas estão preparadas para dar, dentro de seu contexto e grau de compreensão.
Deste modo, toda vez que olho para essa frase, meu coração se aquieta e a paz me invade, pois sei que...
"ISSO TAMBÉM PASSA".

GINÁSTICA ÓTIMA

Exercícios indicados para todas as idades.
GINÁSTICA DE RELAXAMENTO:
Entregue ao Pai todas as tuas cargas, preocupações e tristeza.
GINÁSTICA RESPIRATÓRIA:
Respire apenas a atmosfera de paz, amor e felicidade.
GINÁSTICA OCULAR:
Veja somente o bem em teus semelhantes.
GINÁSTICA AUDITIVA:
Escute a voz de DEUS.
GINÁSTICA PARA A MENTE:
Exercite exclusivamente idéias construtivas.
GINÁSTICA PARA A LÍNGUA:
Pronuncie apenas palavras edificantes e caridosas.
GINÁSTICA FACIAL:
Sorria, sorria o dia inteiro.
GINÁSTICA PARA AS PERNAS:
Ande sem temer pelos camimhos em que Deus te guiar.
GINÁSTICA PARA AS MÃOS:
Una-as diariamente para uma prece especial.
GINÁSTICA PARA O CORAÇÃO:
Irradie sentimento de amor.
GINÁSTICA PARA A ALMA:
Tenha todos os dias contato com DEUS.

Estes exercícios podem ser feitos por crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos.
Não tem contra-indicação para ninguém.
Pratique-os quantas vezes puder e a melhora será garantida.
Assim Seja!

" Lidia Silvestre "

AINDA TOMAREMOS UM CAFÉ JUNTOS

Um professor, diante de sua classe de FILOSOFIA,sem dizer uma só palavra, pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com BOLAS de GOLF. Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e imediatamente todos disseram que sim.

O professor então pegou uma caixa de BOLAS de GUDE e esvaziou-as dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazio entre as bolas de golf. O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim.

Em seguida, pegou uma caixa de AREIA e esvaziou-a dentro do pote. A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio.

O professor pegou um COPO de CAFÉ (líquido) e o derramou sobre o pote, umedecendo a areia.

Os estudantes riam da situação, quando o professor falou:
" Quero que entendam que o POTE de VIDRO representa nossas vidas. As BOLAS de GOLF são os elementos mais importantes, como DEUS, a FAMÍLIA e os AMIGOS.

São as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade.
As BOLAS de GUDE são as outras coisas que importam: o TRABALHO, a CASA bonita, o CARRO novo, etc...

A AREIA representa todas as pequenas coisas.
Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golf e para as de gude.

O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastarmos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes.
Preste atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade.

Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a DEUS e creiam nELE, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito.

Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das BOLAS de GOLF em primeiro lugar. O resto é apenas areia ".

Um aluno se levantou e perguntou o que representava o CAFÉ?

O professor respondeu: " que bom que fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quâo ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo".

PARA TODOS QUE VISITAREM MEU BLOG UM FORTE E GRANDE ABRAÇO E ATÉ NOSSO PRÓXIMO CAFÉ.

" Que DEUS, em sua infinita sabedoria, continue nos abençoando, todos os dias de nossa vida.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

domingo, 22 de junho de 2008

PORTA TRECOS/ LÁPIS



Material: - Garrafa de Coca-Cola
- Cola de Contato
- EVA
-Fita dupla-face.
Corta-se a garrafa na altura do rótulo, faz-se tiras.
Passa uma tira de dupla-face ao redor e dobra-se as tiras para colar.
Por cima coloca-se uma tira de EVA, e decora-se.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

HOMENS LIVROS


O Universo é uma imensa livraria.
A Terra é apenas uma de suas estantes.
Somos livros colocados nela.
Da mesma maneira que as pessoas compram livros, apenas pela beleza da capa,
sem pesquisarem o índice e conteúdo do mesmo,
muitas pessoas avaliam os outros pela aparência, pela capa física, sem considerarem a parte interna.
Outras procuram livros com títulos bombásticos, sensacionalistas, histórias de terror ou romances profundos.
Também é assim com as pessoas:
Há aquelas que buscam sensacionalismo barato, dramas alheios ou apenas um romance.
Somos homens-livros, lendo uns aos outros.
Podemos ficar só na capa ou aprofundarmos na leitura até as páginas vivas do coração.
A capa pode ser interessante, mas é no conteúdo que brilha a essência do texto.
O corpo pode ter uma bela plástica, mas é o espírito que dá brilho aos olhos.
Também podemos ler nas páginas experientes da vida muitos textos de sabedoria.
Depende do que estamos buscando na estante.
Podemos ver em cada homem-livro, um texto espírito impresso nas linhas do corpo.
DEUS colocou Sua assinatura divina ali, nas páginas do coração, mas só quem lê o interior descobre isso.
Só quem vence a ilusão da capa e mergulha nas páginas da vida íntima de alguém, descobre seu real valor, humano e espiritual.
Que todos nós possamos ser bons leitores conscientes.
Que nas páginas de nossos corações, possamos ler uma história de amor profundo.
Que em nossos espíritos possamos ler uma história imortal.
E que, sendo homens-livros, nós possamos ser leitura interessante e criativa nas várias estantes da livraria-universo.
A capa amassa e as folhas podem rasgar.
Mas, ninguém amassa ou rasga as idéias e sentimentos de uma consciência imortal.
O que não foi bem escrito em uma vida, poderá ser bem escrito mais à frente, em uma próxima existência ou além...
Mas, com toda certeza, será publicado pela editora da vida, na estante terrestre...
Ou em qualquer outra estante por aí.
SEJAMOS MUITO FELIZES
Não deixemos amassar ou rasgar nossas idéias.
NOSSA HISTÓRIA DE VIDA É ESCRITA E LIDA DIA À DIA.

“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.


Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle.
Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser.
Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados.
O que elas amam são pássaros em vôo.
Existem para dar aos pássaros coragem para voar.
Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado.”
(Rubem Alves)

LIÇÕES PRÁTICAS


Socialismo:
Você tem 2 vacas. O governo toma uma e dá para seu vizinho, que não tinha nenhuma.
Comunismo:
Você tem 2 vacas. O governo toma as 2 e dá a você um pouco de leite diariamente.
Fascismo:
Você tem 2 vacas. O governo toma as 2 e vende a você o leite.
Nazismo
Você tem 2 vacas. O governo mata você e toma as 2 vacas.
Burocracia de Estado:
Você tem 2 vacas. O governo toma as 2, mata uma e joga o leite da outra fora.
Democracia:
Você tem 2 vacas, vende as 2 para o governo, muda de cidade e consegue um emprego público.
Anarquismo:
Você tem 2 vacas, mata as duas e faz um churrasco.
Capitalismo Selvagem:
Você tem 2 vacas. Vende uma, compra um touro e o governo toma os bezerros como imposto de renda na fonte.
Neoliberalismo:
Você tem 2 vacas. O governo se apropria das duas, se endivida e as vende baratinho para os gringos, devolvendo a dívida para você. E você ainda paga um absurdo pelo leite que era seu.

Cartilha - O ACESSO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA


A Lei 7.853/89, o Decreto 3.298/99 e outras normas infraconstitucionais e infralegais refletem certa distorção em relação ao que se extrai da Constituição Federal e da Convenção da Guatemala.
Os termos constantes destas normas, ao garantir às pessoas com deficiência o direito de acesso ao ensino regular “sempre que possível”, “desde que capazes de se adaptar”, refletem uma época histórica em que a integração esteve bastante forte, principalmente no Brasil. Na ótica da integração é a pessoa com deficiência que tem de se adaptar à sociedade, e não necessariamente a sociedade é que deve criar condições para evitar a exclusão. A integração é, portanto, a contraposição do atual movimento mundial de inclusão. Neste, existe um esforço bilateral, mas é principalmente a sociedade que deve impedir que a exclusão ocorra.

Grande parte dos professores continua na ilusão de seus alunos apresentarão um desempenho escolar semelhante, em um mesmo tempo estipulado pela escola para se aprender um dado conteúdo escolar. Esquecem-se de suas diferenças e especificidades. Apesar de saberem que os alunos são pessoas distintas umas das outras, lutam para que o processo escolar os tornem iguais.

Todos os alunos deveriam ser avaliados pelos progressos que alcançaram nas diferentes
áreas do conhecimento e a partir de seus talentos e potencialidades, habilidades naturais e construção de todo tipo de conhecimento escolar. Lembre-se que a LDBEN dá ampla liberdade às escolas quanto à forma de avaliação, não havendo a menor necessidade de serem mantidos os métodos usuais.

Estas e outras informações importantes, você pode encontrar diretamente na cartilha.

Cartilha no site:http://www.prsp.mpf.gov.br/outroslinks/informes/cartilha_acesso_deficientes.pdf

terça-feira, 17 de junho de 2008



A CRIANÇA É A MANEIRA QUE DEUS ENCONTROU PARA ENTRAR NO MUNDO E NELE PERMANECER."

COMPREENDENDO...


HISTÓRIA DO SAPO CANTOR
Cacá era um sapo diferente dos outros. Não pensava em apenas viver coaxando no brejo, era magrinho, elegante e seu maior sonho era ser cantor.
Os outros sapos, gordos e feios, diziam ao colega:
- Quem nasceu para sapo não chega a príncipe...
Esquece essa história de ser cantor e venha coaxar no brejo...
- Nunca! exclamava Cacá, jogando o topete do cabelo curto para trás.
- Eu serei um grande cantor...
Mas Cacá não ficava apenas sonhando. Ele sentava sobre as pedras com seu violão e tocava e cantava o dia todo, sempre procurando melhorar sua música. Toda vez que errava uma nota, Cacá começava tudo novamente, até acertar.
Um dia, Cacá estava muito inspirado e cantava com todo o coração, uma música em tom afinadíssimo. Nisto passou pelo local um enorme hipopótamo de cabelos compridos e, ao ouvir a voz de Cacá, ficou maravilhado.
- Que lindo, como você canta bem!
Acontece que o hipopótamo era um produtor de shows e gostou muito da música de Cacá. Ficou o dia todo ali ouvindo as músicas do sapo cantor, e o resto... vocês já podem adivinhar.
Cacá se tornou um grande cantor, e hoje todos os sapos gordos do brejo cantam suas músicas e pedem autógrafos.
Mas Cacá continua sendo um sapo diferente.
Apesar do que os seus colegas do brejo diziam, ele não deixou de freqüentar o local. Vai sempre visitar os sapos gordos e canta muitas músicas para animar o seu dia.
Claro que hoje Cacá não dispõe mais de tanto tempo para conversar à toa. Ele casou-se com uma linda sapa dançarina e tem quatro filhinhos que o acompanham no seu show, tocando instrumentos musicais.
MOTIVAÇÃO:
Questionar os alunos ao mostrar a gravura, o que um sapo estaria fazendo com um violão. Pedir que falem das características do sapo, induzindo os alunos a observarem os "ANTÔNIMOS".
"O sapo é gordo? Não, ao contrário, ele é magro..." e assim por diante.
APRESENTAÇÃO:
Conta-se a história fazendo-se mímicas e dramatizando as situações. A cada situação vivida, pedir que as crianças comentem as seqüências da história, lembrando os fator que aconteceram antes e tentando adivinhar o que acontecerá depois.
INTERPRETAÇÃO:
1- Quem é Cacá?
2- Por que ele é diferente dos outros sapos?
3- Esta diferença é só física ou também se reflete no pensamento e nas atitudes do sapo?
4- Qual é o grande sonho de Cacá?
5- O que os seus amigos pensam sobre o seu desejo?
6- Cacá tem chances reais de se tornar cantor? Por que?
7- Quem é o hipopótamo que ouviu Cacá cantar?
8- O que o hipopótamo pensou? Foi o mesmo que os outros sapos?
9- Quando Cacá tornou-se um grande cantor, o que mudou em sua vida?
10- Como ele agiu com os outros sapos do brejo depois que ficou famoso? Ele se tornou uma pessoa má, arrogante?
11- O que você faria se fosse Cacá?
ATIVIDADE ARTÍSTICA:
Com o molde abaixo os alunos irão montar um sapinho.
Forra-se com papel verde o rolinho de papel higiênico( corpo ) e depois cola-se a cabeça e os pés, também em papel verde.


segunda-feira, 16 de junho de 2008

DIREITOS DA CRIANÇA


01.Direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade.
02.Direito à proteção especial para o seu desenvolvimento físico, mental
e social.
03.Direito a um nome e a uma nacionalidade.
04.Direito à alimentação, moradia e assistência médica adequadas para a
criança e a mãe.
05.Direito à educação e a cuidados especiais para a criança física ou
mentalmente ou deficiente.
06.Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade.
07.Direito à educação gratuita e ao lazer infantil.
08.Direito a ser socorrido em primeiro lugar, em caso de catástrofes.
09.Direito a ser protegido contra o abandono e a exploração no trabalho.
10.Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão,
amizade e justiça entre os povos.

sábado, 14 de junho de 2008

LINDAS EMBALAGENS


MATERIAL:
•01 Folha de EVA Kreateva 45x60 estampado com gliter (Bolinhas, coração, Floral, Margarida, Estrelas)
•Tinta Squizz Glitter na cor de sua preferência.
•Tesoura Toke e Crie
•Lápis comum
PASSO A PASSO:
1.Transfira o molde da embalagem escolhida com o lápis comum para a folha de Eva Kreateva
2.Recorte, faça a montagem conforme a foto
3.Finalize com a tinta Squiz Glitter para fazer detalhes de acordo com seu gosto
Artesã: Giuvana Salvador



Retirado do site:http://www.kreateva.com.br

PORTA GULOSEIMAS


Material:
•01 folha EVA Kreateva 45x60 Estampado Cor (Bolinhas, Coração, Floral, Margarida, Estrelas)
01 folha de EVA Kreateva Linha Cor – Pele
•01 folha de EVA Kreateva Linha Cor – Amarelo Bebê
•01 folha de EVA Kreateva Cortiça – Natural
•Caneta Marc Permanente Toke e Crie – Cor: Preta
•Cola Instântenea Bond It Brascola
•Tesoura Toke e Crie
•Lápis Comum
•Algodão
Passo a Passo:
1.Transfira o molde da porta guloseimas para a folha EVA Kreateva Estampado Cor
2. Recorte, faça o contorno com a caneta de tinta permanente.
3. Feito o contorno, segue-se para a pintura com o lápis de cor aquarelável, umedecendo a ponta do lápis no algodão ( o algodão deve ser umedecido com água)
4.Fazer a montagem do porta guloseimas de acordo com a foto.

Moldes:



Retirado do site:http://www.kreateva.com.br

Get ransom on fancygens.com

quinta-feira, 12 de junho de 2008

OITO BONS PRESENTES QUE NÃO CUSTAM UM CENTAVO

O PRESENTE ESCUTAR... Mas você deve realmente escutar. Sem interrupção, sem distração, sem planejar sua resposta. Apenas escutar.
O PRESENTE AFEIÇÃO... Seja generoso com abraços, beijos, tapinhas nas costas e aperto de mãos. Deixe estas pequenas ações demonstrarem o amor que você tem por família e amigos.
O PRESENTE SORRISO.... Junte alguns desenhos. Compartilhe artigos e histórias engraçadas. Seu presente será dizer, "Eu adoro rir com você."
O PRESENTE BILHETINHO... Pode ser um simples bilhete de "Muito obrigado por sua ajuda" ou um soneto completo. Um breve bilhete escrito à mão pode ser lembrado pelo resto da vida, e pode mesmo mudar uma vida.
O PRESENTE ELOGIO... Um simples e sincero, "Você ficou muito bem de vermelho", "Você fez um super trabalho" ou "Que comida maravilhosa" faz o dia de alguém.
O PRESENTE FAVOR... Todo dia, faça algo amável.
O PRESENTE SOLIDÃO... Tem momentos em que nós não queremos nada mais do que ficar sozinhos. Seja sensível à esses momentos e dê o presente da solidão ao outro.
O PRESENTE DISPOSIÇÃO... A maneira mais fácil de sentir-se bem é colocar-se à disposição de alguém, e isso não é difícil de ser feito.

PINTURA A DEDO


Ótima atividade que toda criança adora.
Com custo baixíssimo você pode preparar sua TINTA ATÓXICA que poderá ser usada também para fazer pinturas com pincel.

RECEITA:

• Faz-se um MINGAU ralo com maizena ou polvilho e adiciona-se anilina vegetal. OBS: De acordo com a espessura do mingau se controla a consistência da tinta para mais fina ou mais grossa.

Para desenvolver a atividade será necessário o seguinte material:

• Papel branco lustroso ou um pouco opaco pouco mais grosso que a cartolina;
• Mesa lavável ou oleada para protegê-la;
• Bacia com água para molhar a folha de papel;
• Aventais de matéria plástica;
• Tintas (que serão elaboradas conforme a receita abaixo).

TÉCNICA PARA APLICAÇÃO DESTA RECEITA:
Com a palma da mão espalha-se a tinta sobre a superfície lisa do papel.
Com os dedos ou com a mão desenham-se as formas desejadas.

Dica tirada do Site: http://www.sitededicas.com.br

quarta-feira, 11 de junho de 2008

ORAÇÃO DO PROFESSOR!!!

Senhor!
Deste-me a vocação de ensinar e de ser professor.
É meu compromisso educar,comunicar e espalhar sementes, nas salas de aula da escola da vida.
Eu te agradeço pela missão que me confiaste e te ofereço os frutos de meu trabalho.
São grandes os desafios no mundo da educação, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na trajetória para um mundo melhor.
Quero celebrar a formação de cada aprendiz na felicidade de ter aberto um longo caminho.
Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também o sofrimento que me fez crescer e evoluir.
Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.
Senhor! Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador.
Dá-me paciência e humildade para servir,procurando compreender profundamente as pessoas que a mim confiaste. Ilumina-me para exercer esta função com amor e carinho.
Obrigado, meu Deus, pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre.
Amém!

Você costuma ler na companhia de música e/ou televisão?


Os jovens estão tomando gosto em ler. Mais do que isso, estão introduzindo novos hábitos à leitura. A segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, elaborada pelo Instituto Pró-Livro, mostra que os adolescentes querem barulho para se concentrar no universo das letras. Música ou televisão, por exemplo, não atrapalham, mas incentivam os jovens a continuar com o livro aberto.
O estudo, feito com cerca de 5.200 pessoas no país, aponta que mais da metade dos jovens entre 11 e 24 anos lêem com o som ligado. O índice é maior entre 14 e 17 anos.

PARA EDUCAR É PRECISO MUDAR


Quando você decide usar maior rigor na educação dos filhos parece que a sua mudança não adianta? Antes você sequer conseguia deixá-los de castigo? Agora compreende a importância de colocar limites rigorosos. Porém a prática é difícil? Você tem se esforçado, mas parece que não tem jeito? Além de frustrante, a raiva parece tomar conta de você? Sente-se em tortura constante?
Experiências desgastantes ocasionadas pela tentativa de educar os filhos são comuns e causam todo tipo de sentimento, principalmente o de impotência e incompetência. Somos tomados pela desesperança e nos entristecemos. Embora nos preocupemos com a educação e o futuro dos filhos, o convívio presente tem proporcionado obstáculos consideráveis. O que está errado? Essa parece ser uma pergunta constante em nossas cabeças, levando-nos a misturar mal-estar e culpa. Nos desequilibramos ao comportarmo-nos de forma descontrolada em diversas ocasiões.
Por que não dá certo se mudamos algumas atitudes em relação à educação dos filhos? Não obstante, devemos nos perguntar também: Será que eu mudei o suficiente para alterar o que pretendia? Por acaso eu tenho agido apenas na superfície dos acontecimentos e não no fundo da questão?
Um exemplo é quando decidimos sermos mais duros na maneira de falar e cobrar, além de dirigir algum castigo aos filhos. Fazemos essas coisas num momento de ira, e não com o necessário equilíbrio, ainda indisponível internamente. Por conseguinte, com o passar de pouco tempo, sentimo-nos mal pelo que fizemos, não em relação ao ato, mas a forma adotada. Reconhecemos a atitude inadequada e voltamos atrás na decisão. Agimos assim comumente. Os filhos, por sua vez, percebem a tentadora oportunidade de escapar aos desprazeres da educação, criando, então, uma resistência cada vez maior.
Ao refletirmos sobre a situação é possível perceber que mudamos por fora, por meio de alguns comportamentos, e não por dentro, pela consciência e transformação decorrente. Quando mudamos internamente agimos com maior justiça e propriedade. Ainda que estejamos em constante aprendizagem na educação dos filhos – ninguém nasce com este saber – ajuda muito possuir equilíbrio para manter o que merece manutenção, a exemplo de deixar os filhos experimentarem os próprios sentimentos e percepções, ainda que ruins, ocasionados pelo limite da educação, e não impedi-los de tal sorte. Falamos uma coisa e fazemos outra.
Via de regra, tomamos decisões contraditórias ao que dizemos em razão do que sentimos em nós, e não no que eles sentem de fato. Misturamos problemas pessoais e questões mal resolvidas às percepções que temos dos filhos. Algumas de nossas experiências, especialmente as infantis, confundem-se na educação. Não o fazemos de propósito, pois nem percebemos. Todavia, precisamos cuidar deste tipo de confusão através de ajuda especializada, com psicoterapia. Através da terapia é possível enxergar coisas que ainda não vemos, porém nos dizem respeito. Podemos obter melhor qualidade de vida e estender tal benefício aos filhos, oferecendo-lhes educação mais adequada, aumentando a visão do que deve ser feito para se propor limites com maior ponderação. Para educar é preciso mudar de dentro para fora. Pais e filhos ganham.

Armando Correa de Siqueira Neto
Fonte: sitededicas.uol.com.br

EDUCAÇÃO E VALORES

Os grandes temas
Sociedades contemporâneas requerem alto grau de solidariedade


Não há sociedade moderna bem sucedida onde os habitantes não tenham uma boa dose de cidadania e responsabilidade social. De fato, o avanço tecnológico requer graus de confiança ("trust") muito elevados entre as pessoas, sobretudo no trabalho.

Não faz muito tempo, a própria arquitetura refletia um grau limitado de solidariedade. Nas cidades grandes, as portas eram espessas, as trancas robustas e as janelas gradeadas. As pessoas que tinham algo a perder, andavam armadas ou traziam seus séquitos para protegê-las. As ruas não eram para as mulheres. Em períodos anteriores, as cidades eram muradas.

Nos negócios, ou as transações eram à vista ou se passavam entre pessoas conhecidas e respeitadas, onde era o fio da barba que garantia a palavra.

Na época da escravidão, para garantir que os escravos cumprissem suas obrigação eram contratados funcinários pára vigiá-los dia e noite, eram os feitores. Mas adiante, era o dono do negócio que vigiava seus funcionários com o rabo do olho, sentado no caixa, ou de seu gabinete envidraçado, dando para a fábrica ou para os escritórios. Os que tinham que ser confiáveis eram parentes ou amigos. Os subalternos não tinhama maiores responsabilidades e apenas tinham que ser supervisionados para que não parassem de trabalhar. Sabotar o processo produtivo era arriscado e deixava rastros.

Com o progresso econômico e social, as cidades passaram a depender muito mais do grau de civismo da população. A segurança aumentou, a responsabilidade cívica aumentou. As cidades passaram a ser construidas para uma sociedade onde a violência ficou esporádica. Os assuntos de segurança passaram a ser cuidados pela polícia e pelo judiciário, ao invés de serem resolvidos por conta própria. A justiça por suas próprias mãos passou a ser inaceitável.

A complexidade do processo produtivo requereu maior grau de disciplina própria e responsabilidade social da parte de todos. Simplesmente, os imperativos da produtividade e da vida social harmônica não permitem mais um controle policialesco da empresa e da rua.

Com o aparecimento dos processos produtivos fortemente baseados na micro-eletrônica, com a complexidade crescente das maquinárias, com as mudanças frequentes de linhas de produção e com a necessidade constante de decisões e ajustes, os que estão lá embaixo na pirâmide produtiva não podem ser fiscalizado efetivamente, tem que ser confiáveis. Mais ainda, eles passam a ser parte integrante do processo decisório, tendo que atuar, decidir, mudar.

No caso de indústrias de alta tecnologia, a vulnerabilidade é total. O mais reles subalterno pode facilmente trocar uma linha de programação de algum computador, dentre as centenas que existem, e com isso paralizar a fábrica por longo período. Estas fábricas não mais pode se permitir funcionários descontentes. Porisso, no Vale do Silício, os funcionários a ser dispensados só ficam sabendo depois de sairem do espaço físico da fábrica. Seus objetos encontrados no escritório são rapidamente recolhidos e levados a ele depois que se dirige ao estacionamento. Nem um segundo dentro da empresa depois de despedido.
O Brasil dos contrastes: a crise de valores e a modernização do processo produtivo

O Brasil encontra-se em uma encruzilhada difícil. Para aumentar sua competitividade, tem que adotar rapidamente processos produtivos complexos onde cada membro da empresa é um agente crítico, não apenas pelo que se pede dele em matéria de decisões, iniciativas responsabilidade, mas também pela vulnerabilidade do processo produtivo diante de um comportamento anti-social de sua parte.

Ao mesmo tempo, nas cidades grandes e mais revolvidas pelas migrações, mudanças sociais e marginalização de parte dos seus habitantes, o pouco de civismo e responsabilidade social que vinhamos acumulando ao longo do tempo está ruindo. Há uma crise moral corroendo o tecido social e reduzindo o sentido de lealdade social e civismo. Há uma população marginalizada que não tem nada a perder e portanto não se comporta com os padrões de sociabilidade requeridos para o funcionamento correto de uma cidade moderna.

Ou seja, a sociedade precisa mover-se na direção dos padrões de responsabilidade social requeridos para uma vida de qualidade e para viabilizar os novos processos produtivos. No entanto, em muitos dos seus segmentos, está movendo-se na direção oposta. Anomie política, delinquência, alienação, falta de confiança no próximo geram custos altíssimos para controlar o comportamento anti-social. Gasta-se uma fortuna para controlar de forma inadequada um comportamento selvagem. A quebra do Contrato Social tem um custo em reais que é assustador. O tempo e o dinheiro requerido para defender-se da desonestidade do próximo é enorme e os resultados nada comparáveis com as vantagens da honestidade cotidiana, da moral careta que faz sociedades avançadas conseguirem muito mais com menos recursos.
O novo papel das escolas de recuperar os velhos valores

Sobretudo nas áreas onde há mais pobreza e problemas sociais, a crise de valores e a falta de coesão social são problemas sérios. Diante de uma falta de tradição da sociedade e da desestruturação familiar, a escola recebe um encargo ainda mais importante de desenvolver cidadania e responsabilidade social.

Pedimos à escola que, antes de tudo, cultive no aluno a moral convencional ("ou careta"). São os princípios fundamentais requeridos para o funcionamento correto e harmônico de uma sociedade: justiça, tolerância, responsabilidade social, veracidade, honestidade pessoal, assiduidade, pontualidade, cumprimento do dever, compaixão e assim por diante. Os grandiloquentes objetivos de consciência social e preocupação com os problemas da humanidade não substituem esta moral careta do cotidiano que permite o funcionamento da sociedade no seu dia a dia.

Em outros momentos, a escola pública cumpriu este papel. Mas sua degradação nos últimos decênios comprometeu este desempenho. Todavia, nos anos recentes houve um sólido princípio de soerguimento da escola, permitindo voltar-se a pensar nos seus papeis no domínio não cognitivo.
O ensino pelo exemplo e não pelo sermão

Uma das medidas usualmente pensadas é o reforço das disciplinas de "moral e cívica", isto é, a introdução destes valores explicitamente nos currículos. Obviamente, são esforçøs benvindos e nada pode haver contra eles.

Mas hoje sabemos que as crianças aprendem pelo exemplo e não pelo sermão, pelas lições de moral e preleções. É vivendo em uma escola (sociedade) onde se pratica no cotidiano os valores de responsabilidade social e cidadania que se aprendem estes mesmos valores.

Começamos a vislumbrar o caminho da solução quando vemos que a escola que transmite os valores que queremos é uma escola íntegra, digna e com auto-respeito, segura do seu funcionamento e missão. É esta mesma escola que ensina a lição e que transmite valores. É o que sempre identificamos como uma boa escola. Em outras palavras, a busca da escola que transmite valores é a mesma busca da escola que mostra competência em suas funções de transmitir um currículo, ensinar a ler, escrever, contar e pensar.
A escola que ensina valores é a escola digna e íntegra

Se é a escola séria com auto-estima aquela que transmite os valores da nossa cultura e da convivência harnmônica e produtiva, é fácil concluir que a tarefa de desenvolver a escola que gera civismo é exatamente a mesma tarefa de melhorar a escola em sua integridade.

Devemos entender que ao melhorar a escola em sua integridade, no seu ensino, na sua missão de oferecer uma educação de qualidade, estamos fazendo exatamente o que é necessário para gerar uma escola que transmite os valores esperados. Porque a escola é íntegra e oferece um bom ensino, ela é capaz de transmitir os valores que desejamos.

Devemos nos preocupar explicitamente com o o necessário soerguimento dos valores da sociedade brasileira. Mas isso não se faz sem melhorar a escola no seu todo. Não há soluções para melhorar o desempenho da escola nesta direção que não seja uma solução global de melhorar a escola em tudo que ela faz de central (o que não quer dizer que a escola deva fazer de tudo um pouco, é preciso foco).
Valores para pobres e valores para ricos?

Não podemos imaginar que haverá um civismo para os pobres e um civismo para os ricos. Isso seria tolice. Não obstante, como ricos e pobres não frequentam os mesmos meios e nem as mesmas escolas, os problemas que encontram uns e outros não são os mesmos.

Sobretudo nas grandes cidades e nas áreas mais depauperadas ou problemáticas, os pobres encontram uma escola péssima e desmoralizada. É uma escola que não pode transmitir os valores que não cultiva ela mesma. É uma escola que não é capaz de contrarrestar a desestruturação do comportamento social da sua vizinhança. Uma escola que mostra aos alunos que eles não conseguem aprender, que cultiva a repetência, que deixa cicatrizes na auto-estima dos alunos não pode ir muito longe na transmissão de valores. É uma escola que precisa virar uma escola boa, para que possa ser uma âncora, um emblema dos valores cívicos que uma sociedade tanto os necessita. É o problema clássico encontrado por todas as partes. Felizmente, estamos andando para frente neste particular.

Não é esta a escola dos ricos que freqüentam estabelecimentos particulares – ou algum público que sobreviveu às crises. Mas esta escola de ricos tampouco está cumprindo os seus papeis. Esta pode ser uma escola que transmite os currículos escolares corretamente. Seguramente será uma escola que transmite certos valores e que ensina ao aluno a cultivar certos hábitos socialmente desejáveis. Até aí tudo bem.

Todavia, ela frequentemente transmite também alguns valores da sociedade brasileira que não são compatíveis com o Brasil que desejamos. Historicamente, vivemos uma transição, passando de uma sociedade semi-feudal, aristocrática, elitista (no sentido hereditário e não meritocrático da palavra). Nossas elites aprenderam a defender seus privilégios, aprenderam a pensar apenas nos seus interesses, alienando-se das preocupações com a sociedade como um todo. Aprenderam a pensar mais em interesses de grupos do que interesses coletivos (a visão corporatista).

Portanto, em certa medida, as escolas de rico transmitem os valores de uma sociedade tradicional e de privilégios que queremos eliminar. É extraordinário ver a falta de consciência social das novas gerações que inevitavelmente assumirão as rédeas da sociedade e da economia. Esta é uma agenda aberta.
Organização do seminário
A progressiva degradação das escolas brasileiras

Imagens mostrando a má qualidade das escolas, seja do ponto de vista físico seja da sua organização e competência para transmitir conhecimentos e valores. Sugerir a impossibilidade de transmitir valores em uma escola dilapidada e de moral baixa.
O soerguimento das escolas.

Conjunto de tentativas de recuperar as escolas, mostrando esforços dos professores, diretores e pais. Apresentar casos interessantes. A mensagem subjacente é que escola que re-adquire a sua dignidade é escola que passa a ser capaz de influenciar os alunos e transmitir os valores desejados. A busca é a mesma, o desenvolvimento dos valores é um sub-produto de fazer uma escola boa.
O discurso e o exemplo

Mostrar através de exemplos e entrevistas como os valores são adquiridos pela prática. Incluir não apenas a escola mas também a família.

Focalizar a vida da escola mas incluir também o mau e o bom exemplo dos pais.

?Verdade (cola, falsas promessas da escola)
? Igualdade (não discriminar contra pobre)
? Justiça (exemplos de injustiça comuns dentro da escola, correção de provas, perseguição)
? Tolerância (aceitar pessoas diferentes, conviver com valores e culturas diferentes, integraçao deficientes)
? Não Violência (solução pacífica de conflitos, drogas)
? Disciplina pessoal (prestar atenção à aula, fazer dever, adiar a gratificação das necessidades)
? Hierarquia (visão da hierarquia como uma forma necessária de organização para fazer funcionar uma organização, em contraste com opressão ou uso abusivo da autoridade, como obedecer a autoridade sem conflitos e como a autoridade se submete a regras de como chegar lá e como se comportar)
? Pontualidade (alunos ou professores atrasados)

Fonte: www2.redepitagoras.com.br

Mudanças na Língua Portuguesa


Unificação da Língua Portuguesa
Alfabeto brasileiro passa a ter 26 letras


Está para entrar em vigor a unificação da Língua Portuguesa que prevê, entre outras coisas, um alfabeto de 26 letras.

"A frequência com que eles leem no voo é heroica!". Ao que tudo indica, a frase inicial desse texto possui pelo menos quatro erros de ortografia. Mas até o final do ano, quando deve entrar em vigor o "Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa", ela estará corretíssima. Os países-irmãos Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste terão, enfim, uma única forma de escrever.

As mudanças só vão acontecer porque três dos oito membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) ratificaram as regras gramaticais do documento proposto em 1990. Brasil e Cabo Verde já haviam assinado o acordo e esperavam a terceira adesão, que veio no final do ano passado, em novembro, por São Tomé e Príncipe.

Tão logo as regras sejam incorporadas ao idioma, inicia-se o período de transição no qual ministérios da educação, associações e academias de letras, editores e produtores de materiais didáticos recebam as novas regras ortográficas e possam, gradativamente, reimprimir livros, dicionários, etc.

O português é a terceira língua ocidental mais falada, após o inglês e o espanhol. A ocorrência de ter duas ortografias atrapalha a divulgação do idioma e a sua prática em eventos internacionais. Sua unificação, no entanto, facilitará a definição de critérios para exames e certificados para estrangeiros.

Com as modificações propostas no acordo, calcula-se que 1,6% do vocabulário de Portugal seja modificado.

No Brasil, a mudança será bem menor: 0,45% das palavras terão a escrita alterada. Mas apesar das mudanças ortográficas, serão conservadas as pronúncias típicas de cada país.
O que muda

As novas normas ortográficas farão com que os portugueses, por exemplo, deixem de escrever "húmido" para escrever "úmido". Também desaparecem da língua escrita, em Portugal, o "c" e o "p" nas palavras onde ele não é pronunciado, como nas palavras "acção", "acto", "adopção", "baptismo", "óptimo" e "Egipto".

Mas também os brasileiros terão que se acostumar com algumas mudanças que, a priori, parecem estranhas. As paroxítonas terminadas em "o" duplo, por exemplo, não terão mais acento circunflexo. Ao invés de "abençôo", "enjôo" ou "vôo", os brasileiros terão que escrever "abençoo", "enjoo" e "voo".

Também não se usará mais o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus decorrentes, ficando correta a grafia "creem", "deem", "leem" e "veem".

O trema desaparece completamente. Estará correto escrever "linguiça", "sequência", "frequência" e "quinquênio" ao invés de lingüiça, seqüência, freqüência e qüinqüênio.

O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação do "k", do "w" e do "y" e o acento deixará de ser usado para diferenciar "pára" (verbo) de "para" (preposição).

Outras duas mudanças: criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, como o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como "louvámos" em oposição a "louvamos" e "amámos" em oposição a "amamos", além da eliminação do acento agudo nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia".
Antônio Houaiss

A escrita padronizada para todos os usuários do português foi um estandarte de Antônio Houaiss, um dos grandes homens de letras do Brasil contemporâneo, falecido em março de 1999. O filólogo considerava importante que todos os países lusófonos tivessem uma mesma ortografia. No seu livro "Sugestões para uma política da língua", Antônio Houaiss defendia a essência de embasamentos comuns na variedade do português falado no Brasil e em Portugal .
Fontes para comentar o assunto

William Roberto Cereja - Mestre em Teoria Literária pela USP, Doutor em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Professor graduado em Português e Lingüística e licenciado em Português pela Universidade de São Paulo (USP), Professor da rede particular de ensino em São Paulo e Autor de obras didáticas.

Marcia Paganini Cavéquia - Professora graduada em Português e Literaturas de Língua Portuguesa; Inglês e Literaturas de Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Pós-graduada em Metodologia da Ação Docente pela UEL, Palestrante e consultora de escolas particulares e secretarias de educação de diversos municípios e Autora de livros didáticos.

Cassia Garcia de Souza - Professora graduada em Português e Literaturas de Língua Portuguesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Pós-graduada em Língua Portuguesa pela UEL, Palestrante e organizadora de cursos para professores da rede de ensino, Assessora pedagógica e Autora de livros didáticos.

Fonte: www.abe.mre.gov.br

RESPEITO

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram escolher as disciplinas.

O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo.
O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental.
E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
E assim foi feito. Incluíram tudo, mas... cometeram um grande erro.
Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
O Coelho foi magnífico na corrida. Ninguém corria como ele.
Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram:
"Voa, Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"... coitadinho! Quebrou as pernas.
O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.

SABE DE UMA COISA?

Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem... e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.

“RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO! "

terça-feira, 10 de junho de 2008


Recados e Imagens - Blogs - Orkut

Recados, Gifs e Imagens no Glimboo.com

PARA ESTRESSADOS

Você deve conhecer o SACO PLÁSTICO DE BOLHAS que serve para embalar.É uma delícia de ficar apertando, né?
Agora com a tecnologia, podemos aproveitar ele na net.
Link interessante para se distrair um pouquinho e esquecer a correria do dia a dia.
http://www.gustavoguimaraes.com.br/arquivo/images/papelbolha.swf
Boa diversão!

"UMA HOMENAGEM À TODOS OS CASAIS DE NAMORADOS."


No Brasil comemorarmos o dia dos namorados no dia 12 de junho. Mas em grande parte do mundo (como EUA, Itália e Canadá), a data escolhida é 14 de fevereiro, dia de São Valentim (São Valentino, para alguns, ou o Valentine's day dos americanos), um santo devotado à idéia do amor.
Existem dois santos "Valentino". Um deles foi um padre, santo e mártir, que viveu no tempo do império romano, no ano de 269, durante a perseguição aos cristãos.
Segundo a lenda, o imperador Cláudius II estava mais interessado em seu exército e nas guerras do que na vida em família , e ele estava convencido de que os solteiros, sem esposas nem filhos, eram melhores soldados do que os casados e não teriam medo no campo de batalha.
Tanto era verdade, que o imperador foi tão longe a ponto de ditar uma lei proibindo o casamento. São Valentino, contudo, desafiou o imperador e continuou a celebrar matrimônios em segredo, até ser descoberto, preso e executado.
O outro São Valentino também viveu sob o império romano. Ele levava uma vida simples e era especialmente bondoso com as criancinhas. Um dia, Valentino foi jogado na prisão pelos romanos por ter se recusado a adorar os deuses deles. Dizia-se que as crianças escreviam mensagens de amor para ele e as lançavam pela janela da cela. Estes foram os primeiros cartões do "dia dos namorados". Mas não existe nenhum registro histórico disso.
No Brasil
No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pelo publicitário João Dória - na época na Agência Standard Propaganda - sob encomenda da extinta loja Clipper.
Para melhorar as vendas de junho, então o mês mais fraco para o comércio, e com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo, instituiu a data com o slogan: "Não é só de beijos que se prova o amor".
A Standard ganhou o título de agência do ano e a moda pegou, para a alegria dos comerciantes. Desde então, 12 de junho se tornou uma data especial, unindo ainda mais os casais apaixonados, com direito a troca de presentes, cartões, bilhetes, flores, bombons.
Fonte: portalamazonia.globo.com

Namorados
Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namoro de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.
Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas, namorado, mesmo, é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda, decidida ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição. Quem não tem namorado, não é que não tem um amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes, mesmo assim pode não ter um namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa é quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugida ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas: de carinho escondido na hora em que passa o filme: de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer cesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d'agua, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos e musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo, e quem tem medo de ser afetivo. Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e de medo, ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras, e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada, e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo da janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uam névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteira: Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido. Enlou-cresça.
Carlos Drummond de Andrade

DIA dos NAMORADOS está chegando....


Um pouco da História do Dia dos Namorados
Origem do Dia dos Namorados

Esta data já era comemorada há mais de 2 mil anos.
O Dia dos Namorados foi introduzido no Brasil, em 1950, pelo publicitário João Dória, quando ele criou um slogan de apelo comercial que dizia "não é só com beijos que se prova o amor".
A intenção de Dória era criar o equivalente brasileiro ao Valentine's Day - o Dia dos Namorados - comemorado nos Estados Unidos em fevereiro.
É provável que o dia 12 de junho tenha sido a data escolhida porque representa uma época pobre em festas comemorativas que alavanquem as vendas do comércio de presentes. A idéia funcionou tão bem para os comerciantes que, desde aquela época, o Brasil inteiro comemora anualmente a data.
Em quase todo o mundo ocidental, principalmente no Hemisfério Norte, o dia consagrado aos namorados é 14 de fevereiro, o "Dia de São Valentim", ou "Valentine´s Day", celebrado desde o século 19.
São Valentino foi um padre martirizado em Roma, no ano 270 d.C. A ligação de seu nome aos namorados deve-se ao fato de a data coincidir com o dia de um antigo Festival da Fertilidade. O evento, uma festa pagã, era realizado na Antiga Roma.
Lá, dedicava-se o dia aos deuses Lupercus e Juno, protetores dos casais. A troca de presentes entre os namorados já era um hábito naquele tempo.
Fonte: www.velhosamigos.com.br

segunda-feira, 9 de junho de 2008

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domingo, 8 de junho de 2008

A FESTA NO BRASIL

Os dias de São João, Santo Antônio e São Pedro, são no mês de junho, por isso, as comemorações que ocorrem durante todo o mês foram denominadas de “Festa Joanina”, especialmente em homenagem a São João. Segundo alguns historiadores, o nome joanina teve origem nos países europeus católicos no século IV. Quando veio para o Brasil foi modificado para junina. A tradição de comemorar a Festa de São João foi trazida pelos portugueses, logo incorporada aos costumes dos povos negros e indígenas.

Datas da festa

As celebrações têm início no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio e terminam no dia 29 do mesmo mês, dia de São Pedro. Mas o auge da festa ocorre entre os dias 23 e 24, dia de São João.

ORIGEM DA FESTA JUNINA

A celebração da Festa Junina surgiu em conseqüência do solstício de verão na Europa, norte da África e Oriente Médio, período em que os povos celtas, bretões, sardenhos, bascos, persas, egípcios, sírios e sumérios realizavam rituais de fertilidade para favorecer o crescimento da vegetação e a fartura das colheitas. Apesar das celebrações serem consideradas pagãs, a Igreja Católica não poderia apagá-las da história dos povos, com isso, foram adaptadas às comemorações da festa de São João, que se originou no dia 24 de junho, dia do solstício.

CURIOSIDADES JUNINAS

• A quadrilha é uma dança de origem francesa.
• É uma dança aristocrática que abria os bailes da Europa.
• Foi trazida ao Brasil pelos portugueses na época regencial se destacou na cidade do Rio de Janeiro.
• Antigamente, as festas juninas tinham prestígios na corte. As mulheres usavam seus vestidos mais bonitos e rodados.
• A quadrilha originou danças como cielito, perico e square dances.
• A fogueira existente em todas as festas juninas são montadas de acordo com cada santo. Para o Stº. Antônio a fogueira é quadrangular, para o São João a fogueira é em forma de pirâmide e para São Pedro ela é em forma triangular.
• A fogueira é acesa pontualmente às 18h, que é o horário da Ave Maria.
• Durante as festas juninas são realizados pequenos rituais (simpatias) destinados aos santos para que estes ajudem a realizar o pedido de cada um.
• As principais e tradicionais músicas tocadas durantes as festas são as músicas do “rei do baião” Luiz Gonzaga.
• A maior fogueira de festas juninas brasileiras está no município de São Paulo chamado Pirapozinho.
• A maioria das comidas servidas nas barraquinhas das festas são à base de milho em homenagem aos índios.
• Depois do carnaval, as festas juninas são as principais festas brasileiras.
• A maior festa de São João do mundo é realizada na cidade de Campina Grande (Paraíba).
• O nordeste brasileiro é a região que mais festeja São João.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

FESTA JUNINA


História da Festa Junina e tradições
Origem da festa junina, história, tradições, festejos, comidas típicas, quermesses, dança da quadrilha, influência francesa, portuguesa, espanhola e chinesa, as festas no Nordeste, dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, as simpatias de casamento e crendices populares, músicas típicas da época, os balões.

Origem da Festa Junina
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.

Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.

Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.

http://www.suapesquisa.com/musicacultura/historia_festa_junina.htm

COMO ORGANIZAR UMA FESTA JUNINA


Que tal fazer um grande arraial na sua escola? Para facilitar seu trabalho, fizemos um guia para que sua festa seja um sucesso.

O planejamento é simples. Deve começar 1 mês antes do início das festas e seguir um roteiro de etapas, com os passos que indicamos a seguir.
TEMA
Exemplo de barraca dentro do tema "reciclagem". Para dar início à organização de uma Festa Junina é preciso definir um tema. É ele que deve nortear todo o evento. É importante que o tema seja renovado a cada ano, assim o interesse e a expectativa dos visitantes aumenta a cada nova festa. Veja alguns exemplos:
* Use aspectos da cultura popular das diferentes regiões brasileiras para garantir o conhecimento de nossas tradições;
* Envolva algum acontecimento mundial ou nacional, como as Olimpíadas;
* Destaque projetos desenvolvidos em sua escola, como a reciclagem.
LOCAL, DATA E HORÁRIO
Decida com os organizadores se a festa será na própria escola e quais os ambientes utilizados. Se for alugar um espaço, atenção aos itens:
* Valor do aluguel
* Necessidade de uma área coberta
* Banheiros
* Segurança
* Localização (de preferência próximo à escola)
Atente-se para que a data não coincida com festas de outras escolas da região. Para seguir a tradição, o arraial pode ser próximo aos dias dos santos homenageados: 13 de junho (Santo Antônio), 24 de junho (São João) e 29 de junho (São Pedro).
É recomendável adequar o horário à faixa etária dos participantes. Por exemplo: para crianças pequenas, festas entre 11h e 17h; adolescentes e adultos, das 15h às 21h.
CONVITE
O valor do convite pode ser uma forma de adquirir recursos para o evento.
* Identifique-os para que seja possível promover sorteios de prendas durante a festa. É uma maneira interessante de conquistar os convidados!
* Estipule critérios como: alunos, crianças de até seis anos e maiores de 65 anos não pagam ingresso.
* Inclua no convite as informações gerais: local, horário e data. As crianças poderão ajudar na confecção.
DECORAÇÃO DO LOCAL
O espaço deve ser bem decorado. Coloque muitas bandeirinhas e cartazes com a história dos santos da Festa Junina. Não se esqueça que sua decoração tem um tema norteador! Outra dica é distribuir pelo local algumas faixas de identificação para orientar os convidados:
* Um cartaz grande sobre o portão de entrada com o nome da festa;
* No topo das barracas deve haver a identificação do que há em cada uma delas;
* Cartazes espalhados por todo o local trazem os preços de brincadeiras e alimentos;
* Placas devem indicar onde ficam banheiros, caixas ,etc;
FICHAS PARA AS BARRACAS
Para que as equipes das barracas não manipulem dinheiro, a melhor opção é a venda de fichas. Por toda a festa devem ser espalhados os caixas que vendem tais fichas. Veja dicas importantes:
* Faça o cálculo dos custos antes de fixar o valor das fichas. O valor deverá cobrir as despesas;
* Envie circulares com a tabela de preços aos pais, para que possam programar seus gastos na festa;
* Ofereça a venda antecipada de fichas aos pais;
* Venda as fichas em "pacotes" de R$5,00 (com 5 fichas de R$1,00) e "pacotes" de R$10,00 (com 5 fichas de R$2,00);
* Mantenha nos caixas calculadora e bastante troco para evitar filas.
* Cada barraca de alimento ou jogos deve ter uma caixa lacrada, tipo "cofrinho", para receber as fichas dos convidados. Assim será possível, ao final da festa, conferir o movimento de cada barraca.
COLABORADORES
Identifique os colaboradores com um crachá. É interessante identificar todos os colaboradores que trabalham no evento. Basta um simples lenço, chapéu, camiseta comemorativa ao evento ou o uniforme da escola. O uso do crachá é indispensável. Outros cuidados com a equipe:
* Realize reuniões para esclarecer a função de cada um durante o evento;
* Monte um esquema de revezamento, possibilitando momentos de descanso da equipe;
* Ofereça um vale refeição aos colaboradores.
SOM
Um bom sistema de som garante uma excelente qualidade do evento. Providencie com antecedência tanto o som quanto as músicas das danças dos alunos. Para dar charme à festa, seguem algumas dicas:
* Se tiver recursos, contrate um DJ ou animador para cuidar das músicas e dar informações gerais durante o evento;
* Chame um bom sanfoneiro ou um trio de forró para algumas apresentações – isso dá um toque regional à festa;
* Para as quadrilhas recomendamos as cantigas e forrós tradicionais, criados por Luiz Gonzaga, Mário Zan e Lamartine Babo, por exemplo;
* Nos momentos sem quadrilhas, a festa fica animada com forrós, músicas caipiras e clássicos sertanejos;
* Lembre-se de providenciar um CD com cópias de todas as músicas das quadrilhas dos alunos, para o caso de uma das salas ter problemas com o CD original.
BARRACAS - ESTRUTURA
Pense sempre em algo prático, seguro e confortável:
* Uma boa solução é utilizar as próprias carteiras da escola no caso de não haver madeiras e bambus disponíveis;
* A decoração da barraca poderá ser feita de várias maneiras, com diferentes materiais;
* Pode-se realizar um concurso da barraca melhor decorada entre os colaboradores;
* Convide os pais e a comunidade para a montagem das barracas.

BARRACAS DE BRINCADEIRAS
Aqui o critério é ganhar sempre, por isso as prendas são importantes!
* Compre prendas atrativas ou de baixo custo ou, se possível, faça uma arrecadação de doações dentro da comunidade. Veja algumas sugestões:
o - Material escolar: cadernos, lápis de cor, canetinhas, lapiseiras, massa de modelar.
o - Brinquedos: bolas de diversos tamanhos, pelúcias, pequenos carrinhos e bonecas.
o - Utilidades domésticas: jogos de copos, pratos para bolo, conchas, espremedores,etc.
o - Artesanato: caixas, porta-retratos e produtos feitos pelos artesãos da região.
o - Delícias: bombons, trufas, tortas e bolos inteiros, feitos pelas quituteiras locais.
* Faça uma classificação prévia das prendas disponíveis. Utilize 3 níveis de acordo com o valor ou interesse (1, 2 ou 3);
* Monte saquinhos com o número bem visível do lado de fora;
* Ao fundo da barraca deixe exposta toda a variedade de prendas para motivar os participantes;
* Após jogar, o participante ganha um saquinho como recompensa pelo seu desempenho;
* Selecione prendas de interesse da faixa etária que está participando;
* De acordo com o número de colaboradores, distribua-os de forma a manter sempre duas pessoas em cada barraca, principalmente nas barracas da pescaria, onde o movimento é maior.
Sugestões de barracas
Veja sugestões de barracas que não podem faltar:
- Pescaria
- Latas
- Boca do palhaço
- Argolas
- Árvore surpresa
- Bingo
Sugestões de jogos Juninos
Além das barracas, várias brincadeiras típicas Juninas podem ser realizadas no mesmo espaço onde ocorrem as danças. Elas podem ser disputas entre turmas da escola ou organizadas no momento, com a participação dos pais e de outros convidados.
BOCA DO PALHAÇO
Materiais necessários

* Bexigas, bandeirinhas coloridas e tecidos de chita para decoração;
* Tripé de madeira para apoiar o desenho do palhaço de boca aberta;
* Bolas de meia;
* Cartaz com nome da barraca;
* Caixa de sapatos para guardar as fichas.
Barraca Boca de Palhaço:
Descrição
O participante, após entregar a ficha, recebe 5 bolinhas de meia para arremessar dentro da boca do palhaço, uma a uma.
Regras
* Se acertar 5 bolas ganha uma prenda nível 3;
* Se acertar 3 ou 4 bolas ganha uma prenda nível 2;
* Se acertar 1 ou 2 bolas ganha uma prenda nível 1;
* Quem não acertar nenhuma bola ganha um prêmio de consolação.
Barraca das ARGOLAS
Materiais necessários
* Bandeirinhas coloridas e tecidos de chita para decorar a barraca;
* 6 garrafas PET transparentes de 2 litros;
* Argolas;
* Nanquim colorido;
* Cartaz com nome da barraca;
* Caixa de sapatos para guardar as fichas.
Descrição
O participante, após entregar a ficha, recebe 6 argolas para arremessar nas garrafas, uma a uma. As garrafas deverão estar dispostas no chão, distantes umas das outras, formando um triângulo
Regras
* Se acertar 5 ou 6 garrafas ganha uma prenda nível 3;
* Se acertar 3 ou 4 garrafas ganha uma prenda nível 2;
* Se acertar 1 ou 2 garrafas ganha uma prenda nível 1;
* Quem não acertar nenhuma garrafa ganha um prêmio de consolação.

ÁRVORE SURPRESA
Materiais necessários
* Bandeirinhas coloridas, tecidos de chita, papel crepom verde e marrom para decorar a barraca;
* Bexigas e, se possível, uma bomba para enchê-las;
* Árvore confeccionada de papelão (use diferentes papéis e tecidos para decorá-la);
* Varas com um arame na ponta para que a criança fure a bexiga;
* Cartaz com nome da barraca;
* Caixas de papelão para guardar as bexigas;
* Pistola de cola quente;
* Ganchinhos para pendurar as bexigas;
* Caixa de sapatos para guardar as fichas.
Descrição
Após confeccionar a árvore de papelão, coloque dentro de cada bexiga um número (1, 2 ou 3). Encha as bexigas e pendure-as na árvore.
Regras
O participante, após entregar a ficha, recebe uma vara e deve furar uma das bexigas. Ao furá-la, sabe a prenda de acordo com número que estava dentro dela.
Dica: Encha as bexigas com antecedência e guarde-as em uma caixa de acordo com os números. Durante a festa você somente terá que repor as bexigas furadas.
DANÇAS
As danças não podem faltar num arraial! Cada professora escolhe uma música e cria uma coreografia para sua turma, que deve ensaiar na quinzena que antecede a festa. A dança fica muito mais animada quando há o entrosamento dos alunos. Para isso, siga essas orientações:
* Determine uma duração máxima de 10 minutos para cada dança;
* Varie os ritmos e use cantigas e danças. Além das músicas tradicionais como o forró e sertanejo, utilize também o fandango, a chula ou o boi-bumbá;
* Demarque o espaço da dança para que ninguém atrapalhe os dançarinos durante a apresentação;
* Comece com turmas que já se apresentaram em anos anteriores. Isso diminui a ansiedade de quem nunca dançou;
* Dê um intervalo cerca de uma hora entre as danças para que todos possam assistir e visitar as barracas;
* Faça uma mistura das faixas etárias e evite que as crianças pequenas dancem muito tarde;
* Lembre-se: nenhum aluno pode ser obrigado a participar!
TRAJES
Os trajes também são um elemento imprescindível em uma Festa Junina. Caso opte por desenvolver danças regionais, faça uma pesquisa do traje típico da região representada, pois em cada região do país há particularidades em relação às roupas usadas nestas festas.
Veja alguns exemplos a seguir:
Traje masculino
* Calça jeans ou de sarja;
* Camisa xadrez;
* Tênis ou bota;
* Chapéu de palha;
* Lenço colorido;
* Retalhos costurados na camisa e na calça;
* Barba e bigode desenhados com lápis de olho.
Traje feminino
* Vestido estampado decorado com rendas e retalhos;
* Sapato ou sandália;
* Lenço, flores ou chapéu;
* Cabelos trançados;
* Batom e blush leves;
* Pintinhas nas bochechas feitas com lápis de olho.
NãO ESQUEÇA
Para que sua festa seja um sucesso, alguns itens também não podem faltar na organização de sua festa. Não esqueça de providenciar:
* Kit primeiros socorros (luvas descartáveis, gaze, algodão, anti-séptico, antitérmico, termômetro, água oxigenada, curativos etc.)
* Material para reparos (fita crepe, martelo, prego, tachinha, cola quente, tesouras, barbantes, canetas, giz de lousa, grampeador, agulha e linha)
* Kit fraldário (trocador, lençol descartável, lixeira e álcool)
* Material para limpeza (luvas, álcool, desinfetante, pano de limpeza, vassoura, rodo, pá de lixo, saco de lixo, papel higiênico, papel toalha, sabonete, detergente, esponja de lavar louça, talheres, etc.)
BARRACAS DE COMIDAS E BEBIDAS
Determinamos o número de barracas de alimentos de acordo o tamanho do local onde é realizada a festa e o número de convidados. A quantidade de alimentos e bebidas também deve levar em conta o período de duração da festa. Veja mais dicas:
* Ofereça ao menos três tipos de barracas: doces, salgados e bebidas.
* Deixe barracas de bebidas espalhadas pela festa para evitar filas;
* Se o evento ocorrer próximo ao período do almoço, aumente as quantidades de alimentos e varie nas opções de cardápio;
* Sirva os alimentos acondicionados em guardanapos e/ou pratinhos descartáveis;
* Bebidas e doces devem ser vendidos em copos e potinhos descartáveis. Atenção especial às bebidas quentes;
* Para gelar as bebidas, não esqueça de colocá-las em tonéis de gelo, ainda antes do início da festa;
* Os alimentos expostos devem ser cobertos com tela;
* Os colaboradores das barracas de alimentos e bebidas devem usar luvas e touca de cabelo descartável;
Salgados
Doces
Bebidas
Canjica
Água
Cachorro-quente
Arroz doce
Refrigerante
Milho verde
Bolo – milho ou fubá ou chocolate
Quentão
Pastel
Vinho quente
Paçoca ou pé-de-moleque ou doce de amendoim
Suco
Pipoca
Doces regionais
Cerveja
Pratos regionais

Sugestão retirada do site: http://www.festajunina.com.br/2008/

MUDAR

Mude, mas comece devagar,
porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas, calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a ão esquerda.
Durma no outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais...leia outros livros,
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.
Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor.
a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.
Troque de bolsa,
de carteira,
de malas,
troque de carro,
compre novos óculos,
escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem
despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda !
Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual
a vida não vale a pena!!!!

(Edson Marques)

domingo, 1 de junho de 2008

Atividade de Inclusão - Deficientes Visuais

Recursos didáticos na educação especial
Jonir Bechara Cerqueira
Elise de Melo Borba Ferreira

Resumo
Os materiais didáticos são de fundamental importância para a educação de deficientes visuais. Este texto pretende definir, classificar e ilustrar alguns destes materiais, além de apresentar recursos disponíveis a partir da utilização de equipamentos de informática.
Talvez em nenhuma outra forma de educação os recursos didáticos assumam tanta importância como na educação especial de pessoas deficientes visuais, levando-se em conta que:

1) um dos problemas básicos do deficiente visual, em especial o cego, é a dificuldade de contato com o ambiente físico;
2) a carência de material adequado pode conduzir a aprendizagem da criança deficiente visual a um mero verbalismo, desvinculado da realidade;
3) a formação de conceitos depende do íntimo contato da criança com as coisas do mundo;
4) tal como a criança de visão normal, a deficiente visual necessita de motivação para a aprendizagem;
5) alguns recursos podem suprir lacunas na aquisição de informações pela criança deficiente visual;
6) o manuseio de diferentes materiais possibilita o treinamento da percepção tátil, facilitando a discriminação de detalhes e suscitando a realização de movimentos delicados com os dedos.

Definição
Recursos didáticos são todos os recursos físicos, utilizados com maior ou menor freqüência em todas as disciplinas, áreas de estudo ou atividades, sejam quais forem as técnicas ou métodos empregados, visando auxiliar o educando a realizar sua aprendizagem mais eficientemente, constituindo-se num meio para facilitar, incentivar ou possibilitar o processo ensino-aprendizagem. De um modo genérico, os recursos didáticos podem ser classificados como:

Naturais: elementos de existência real na natureza, como água, pedra, animais.
Pedagógicos: quadro, flanelógrafo, cartaz, gravura, álbum seriado, slide, maqueta.
Tecnológicos: rádio, toca-discos, gravador, televisão, vídeo cassete, computador, ensino programado, laboratório de línguas.
Culturais: biblioteca pública, museu, exposições.

O bom aproveitamento dos recursos didáticos está condicionado aos seguintes fatores:
1) capacidade do aluno;
2) experiência do educando;
3) técnicas de emprego;
4) oportunidade de ser apresentado;
5) uso limitado, para não resultar em desinteresse.

Seleção, adaptação e confecção
Na educação especial de deficientes visuais, os recursos didáticos podem ser obtidos por uma das três seguintes formas:

Seleção
Dentre os recursos utilizados pelos alunos de visão normal, muitos podem ser aproveitados para os alunos cegos tais como se apresentam. É o caso dos sólidos geométricos, de alguns jogos e outros.

Adaptação
Há materiais que, mediante certas alterações, prestam-se para o ensino de alunos cegos e de visão subnormal. Neste caso estão os instrumentos de medir, como o metro, a balança, os mapas de encaixe, os jogos e outros.

Confecção
A elaboração de materiais simples, tanto quanto possível, deve ser feita com a participação do próprio aluno. É importante ressaltar que materiais de baixo custo ou de fácil obtenção podem ser freqüentemente empregados, como: palitos de fósforos, contas, chapinhas, barbantes, cartolinas, botões e outros.


Com relação ao uso, os recursos devem ser:
Fartos — para atender a vários alunos simultaneamente;
Variados — para despertar sempre o interesse da criança, possibilitando diversidade de experiências;
Significativos — para atender aspectos da percepção tátil (significativo para o tato) e/ou da percepção visual, no caso de alunos de visão subnormal.


ATIVIDADE:

Caixinha Surpresa

Costumo trabalhar com caixas de diversos tamanhos e colocamos uma dentro da outra e dentro da última caixa tem sempre um objeto. A criança vai manusear bem a caixa, balançar para escutar.

Depois, faço perguntinhas: "faz barulho?", "é pesado ou leve?"...

Agora vamos tenter adivinhar: "O que é o que é..."

Podem abrir...eles tem que tentar abrir sozinhos uma caixa após a outra.

Retirado do Blog: http://camilagenaro .blogspot.com